Ambos tratam do absurdo e da liberdade. Sartre (existencialista) acredita que a liberdade é a condição para criar o próprio significado. Camus (absurdo) acredita que o significado não existe, mas podemos viver apaixonadamente apesar disso. Meursault é mais "idiota" (no sentido de Dostoiévski) do que intelectual.
: Ele é guiado por sensações físicas (calor, fome, luz) em vez de reflexão psicológica. Ele não conhece sua própria "alma" da forma que o tribunal espera. Ele é um estranho para o juiz, mas também para si, pois não se vê através da lente moral tradicional. albert camus estrangeiro
Para entender O Estrangeiro , é fundamental compreender o contexto de sua criação. escreveu o romance na Argélia francesa, sua terra natal. O sol escaldante, o mar azul profundo e a poeira das ruas de Argel não são apenas cenários passivos; são forças antagonistas que influenciam diretamente o destino do protagonista. Ambos tratam do absurdo e da liberdade
"Tendo aberto meu coração à terna indiferença do mundo, senti que, no passado, eu havia sido feliz e que ainda o era. Para que tudo estivesse consumado, para que eu me sentisse menos só, restava-me apenas desejar que houvesse muitos espectadores no dia de minha execução e que me saudassem com gritos de ódio." Meursault é mais "idiota" (no sentido de Dostoiévski)
Albert Camus e "O Estrangeiro": A Essência do Absurdo Quando falamos de literatura existencialista, poucos nomes ressoam tão fortemente quanto o de . Publicado em 1942, seu romance de estreia, O Estrangeiro (L’Étranger) , não apenas o catapultou para a fama mundial, mas também definiu as bases do que viria a ser conhecido como a Filosofia do Absurdo .